Reaberturas Dos Equipamentos Sociais Na Área Da Deficiência

Conselho de Ministros - Apresentação do Plano de Desconfinamento

Hoje foi o 1ª dia de situação de calamidade, é de salientar que temos o dever cívico de cumprir com as normas de proteção impostas pelo Governo Português.

Foi no passado dia 30 de abril que o Conselho de Ministros aprovou a estratégia para o levantamento das medidas de confinamento no âmbito do combate à pandemia da doença Covid-19.

Salientamos que as pessoas com deficiência vão ter os seus apoios sociais reabertos a partir do dia 18 de maio, cabe a cada associação ou centro de apoio adaptar-se às normas de proteção exigidas pelo Estado Português.

Conselho de Ministros - Apresentação do Plano de Desconfinamento
Conselho de Ministros – Apresentação do Plano de Desconfinamento

O Tecla3 relembra que estamos no bom caminho, mas ainda não chegamos ao fim, ainda temos de ultrapassar muitos desafios e de nos adaptar a uma NOVA NORMALIDADE, sejam cuidadosos para sermos cuidadores.

Plano de Desconfinamento relativo à COVID-19

Desconfinamento

O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira o Plano de Desconfinamento relativo à COVID-19.

O país vai sair do Estado de Emergência para o Estado de Calamidade, que vai entrar em vigor á no dia 4 de maio, este processo vai decorrer em três fazes, as atividades vão reabrir em três fases de 15 em 15 dias, as datas serão 4 e 18 de maio e 1 de junho.

Recordo que se trata de uma “mera” passagem do Estado de Emergência para o Estado de Calamidade, contudo o Tecla3 alerta que o COVID-19 veio para ficar e ainda não é altura de baixar os braços.

Neste sentido o Tecla3 deixa um apelo a todas as pessoas que sejam consideradas de risco, com o levantamento de algumas regras de restrição, não se coloquem em perigo, não deixem de ter cuidados, sigam as regras de proteção e de higiene.

Estamos no bom caminho, mas ainda não chegamos ao fim, ainda temos de ultrapassar muitos desafios e de nos adaptar a uma nova normalidade, sejam cuidadosos para sermos cuidadores.

Para consultares as medida de desconfinamento clica aqui.

Turismo para todos

Arquipélago da Madeira

As viagens turísticas são um grande marco em todos os países, infelizmente grande parte dos roteiros dessas viagens passa pelas partes histórias das cidades visitadas. Como sabemos, esses locais estão cheios de barreiras arquitetónicas que impossibilitam as pessoas com deficiências ou mobilidade reduzidas a visitá-los.

Foi com muito agrado que o Tecla3 descobriu que já existe viagens turísticas para todos.

No arquipélago da Madeira há uma empresa de turismo chamada “Madeira Acessível By Wheelchair”, que oferece uma variedade de serviços de turismo adaptado.

A Madeira é um dos pontos turísticos mais belos de Portugal, mas uma das desvantagens da Madeira para as pessoas com mobilidade reduzida são os terrenos acidentados.

A empresa “Madeira Acessível By Wheelchair” oferece uma experiência turística as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, com diversas soluções e equipamentos adaptados.

Transferes aeroporto ou porto/ hotel

Percursos em levadas específicas

Tours turísticas em redor da ilha

Pickup and drop off (exemplo: ida a jantares ou locais específicos)

Cadeira Off Road
Cadeira Off Road

Com vários equipamentos como viatura está adaptada para 4 cadeira e mais 2 pessoas e também uma cadeira off Road, que poderá fazer os tours com caminha mais acidentados.

Com menos de 1 ano a “Madeira Acessível By Wheelchair” tens perspetivas de crescimento.

Um dos próximos objetivos será investir uma viatura com um elevador de transferência, no sentido de facilitar a transferências de pessoas com mobilidade reduzida para as tradicionais viagens dos cestos da Madeira, a ideia é levar as pessoas ao inicio da viagem, enquanto se realiza a descida a carrinha desloca-se para o final esperando a conclusão da viagem.

viagens dos cestos da Madeira
viagens dos cestos da Madeira

Na página da “Madeira Acessível By Wheelchair”, podem encontrar os vários tours com preços, também tem a possibilidade se fazer marcações dos mesmos.

O Tecla3 felicita a empresa “Madeira Acessível By Wheelchair” pela iniciativa de criar turismo adaptados e aconselhamos as empresas de viagens turísticas a olharem para esta empresa. O turismo tem de ser para todos.

Pobreza e a Exclusão Social na Pessoas com Deficiência na UE Aumenta Com o Covid-19

Pobreza e a Exclusão Social na Pessoas com Deficiência na UE

Na quarta edição do Relatório europeu de Direitos Humanos do Fórum Europeu de Deficientes tem como objetivo apresentar a verdadeira extensão de como a pobreza e a exclusão social afetam as pessoas com deficiência na UE.

Destaca como os países da UE falharam em grande parte na redução da pobreza enfrentada pelas pessoas com deficiência, especialmente na esteira da crise financeira (a partir de 2008): 28,7% das pessoas com deficiência que vivem na UE estão em risco de pobreza. E tal número, apontam, provavelmente aumentará com os efeitos da COVID-19.

Dada a extensão do problema, aconcelha-se à UE a aceitar as recomendações, apresentadas na íntegra no final deste relatório.

Estes incluem:

  • Implementação plena do Pilar dos Direitos Sociais da UE, estabelecendo um plano de ação que inclua propostas para a inclusão de pessoas com deficiência.
  • Estabelecer um acompanhamento da Estratégia Europeia de Deficiência 2010-2020 para a próxima década, incluindo medidas para enfrentar a pobreza e a exclusão social das pessoas com deficiência e suas famílias.
  • Adoção de legislação que proteja as pessoas com deficiência contra a discriminação em todas as áreas de suas vidas, não apenas o emprego.
  • Fomentar a criação de empregos, estabelecendo uma Garantia de Direitos da Pessoa com Deficiência, garantindo uma oferta de emprego, aprendizagem, treinamento ou aprendizagem ao longo da vida. Isso pode ser ainda mais apoiado por oferecer suporte centrado na pessoa e flexível às pessoas com deficiência que procuram trabalho, ajudando-as a não perder as alocações de incapacidade ao trabalhar, bem como estabelecendo padrões para acomodação razoável no local de trabalho e suporte ou assistência necessários.
  • Favorecer o uso de métodos de avaliação de incapacidade que sigam uma abordagem cSP compatível e holística, olhando para uma abordagem centrada na pessoa e utilizando uma combinação de deficiências e considerações funcionais.
  • Investir na acessibilidade de todas as estruturas de apoio e serviços prestados ao público em geral para permitir que as pessoas com deficiência façam uso delas, reduzindo a necessidade de recorrer a serviços caros e especializados, minimizando assim os custos extras relacionados à deficiência aos indivíduos.

Poderá consultar o relatório na integra AQUI, informamos que o documento está em inglês.

 

Tabela de Pictogramas de Sintomas

Tabela de Pictogramas de Sintomas

O CRID – Centro de Recursos para a Inclusão Digital do Politécnico de Leiria criou uma tabela de pictogramas de sintomas, no sentido de facilitar a comunicação entre pacientes e profissionais de saúde.

A intenção de criar esta tabela de pictogramas é ajudar as pessoas com incapacidades físicas, intelectuais ou idosos com baixa literária, a comunicar em situações de doença com os profissionais de saúde.

Tabela de Pictogramas de Sintomas
Tabela de Pictogramas de Sintomas

As tabelas estão disponíveis online, AQUI, e podem ser utilizadas em formato de papel ou digital como nos smartphone e tablet.

As mesmas estão a chegar a Cabo Verde através da Associação Colmeia, que tem uma parceria com o CRID (Centro de Recursos para a Inclusão Digital) desde 2014.

“Neste momento de especial preocupação com cuidados de saúde que atravessamos, a comunicação é fundamental. Hospitalizadas ou não, muitas pessoas estão impossibilitadas de comunicar, por diferentes razões”.
O importante é chegar ao maior número de pessoas, para que possam ser atendidas nos cuidados de saúde de forma adequada, comunicando de forma mais eficiente os seus sintomas e queixas, para um tratamento mais eficaz”.

Explicou a professora Doutora Célia Sousa, coordenadora do Centro de Recursos para a Inclusão Digital – CRID

Este mesmo projeto tem partilhado na sua página de facebook mensagens dedicadas à proteção individual e à prevenção do contágio pela COVID-19, no formato de pictogramas.

 

Quem são os dois rostos, que ficam em 2º plano nas conferências de imprensa?

Neste tempo tem havido dois rostos a acompanhar as conferências de imprensa sobre o ponto de situação da pandemia COVID-19, são eles o Luís Oriola e a Sofia Figueiredo.

Mas afinal quem são estes dois rostos, que ficam sempre em 2º plano nas conferências de imprensa?

Luís e Sofia, são técnicos superiores do Instituto Nacional para a Reabilitação, que têm estado estes últimos tempos a traduzir para língua gestual portuguesa os comunicados do Ministério da Saúde e da Direção-Geral da Saúde durante conferência de imprensa.

Antes de esta pandemia, estávamos habituados a ver estes técnicos a fazer a língua gestual no canto inferior da nossa televisão. Muito discretos, durante alguns programas de televisão.

Em Portugal ainda há muito que fazer na questão da acessibilidade para as pessoas surdas.

Já quando as camaras focam o plano na pessoa que esta á falar, tornam o trabalho dos intérpretes um desperdício de tempo, já que não se pode ver o que eles estão a fazer. Explicou Sofia Figueiredo ao jornal de Diário de Notícias.

“Quando fecham o plano em quem está a falar, tornam o nosso trabalho um desperdício de tempo.”

Apesar de estarem diariamente nas notícias, é explicado por Luís ao jornal Diário de Notícias, não tem tido muito trabalho além do normal, uma vez que se divide entre os dois, simplesmente grava-se uma vez por dia nas conferências de imprensa, no resto do dia estamos em casa com as nossas famílias em regime de teletrabalho.

Estes dois intérpretes língua gestual, têm ganhado alguma visualização mediática com as conferências de imprensa, o que é ótimo não a nível pessoal, mas sim pela importância que o trabalho deles representa. É com o trabalho destes intérpretes que as conferências de imprensa se tornam mais acessível para a população surda.

Mas o maior desafio é a introdução de novas palavras, como a covid-19, Alexandra Ramos, 44 anos, que trabalha também no canal Parlamento e na SIC em alguns programas de entretenimento das manhãs e das tardes.

Explica que, como todas as línguas esta é a mais dinâmica, com a vantagem da população surda ser mais ativa das redes socias e a compartilharem a informação entre si.

Como se diz COVID-19 em língua gestual?

“A mão esquerda com o punho fechado, mão direita com os dedos abertos por cima do punho e roda para o lado direito, seguido de outro gesto que significa bicho. Vai ao encontro da imagem de coronavírus – a bola com os espinhos -, soletramos e fazemos o gesto e as pessoas passam a saber que significa novo coronavírus.”

Assim damos os parabéns a estes três nomes da televisão portuguesa Luís Oriola, Alexandra Ramos e Sofia Figueiredo. Não são uma Cristina, mas é o trabalho deles que permite que os programas se tornem mais inclusivos. Principalmente para a população surda.

Atendimento prioritário com COVID-19

distico atendimento prioritario

Como situação atual de Portugal devido a pandemia do COVID-19, e a consequência do estado de imergência. E a implementação das restrições no atendimento, não fica invalidado o atendimento prioritário.

Na fase atual de estado de imergência, além das pessoas previstas no Decreto-Lei n.º 58/2016, de 29 de agosto, designadamente a pessoas com deficiência ou incapacidade, grávidas e pessoas acompanhadas de crianças de colo.

Agora passa a estar nesta lista de atendimento prioritário, especial de proteção (maiores de 65 anos ou com doenças crónicas consideradas de risco), profissionais de saúde, elementos das forças e serviços de segurança, de proteção e socorro, das forças armadas e de prestação de serviços de apoio social.

Estas novas medias são validas enquanto estiver em vigor o estado de imergência.

Exemplo:

Uma das médias de restrição são de 2/3 da capacidade máxima dos supermercados, as pessoas com direito ao atendimento prioritário chegam e tem de esperar que alguém saia para entrar sem ficar nas filas de espera que se formam nas portas dos supermercados.

Recomendações do INR para o COVID-19

INR INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS COVID-19

O Instituto Nacional para a Reabilitação publicou no seu “site”, informações gerais e especializadas nas áreas da deficiência, sobre a prevenção do surto da COVID-19. Algumas recomendações para quem contacta com pessoas deficiência.

Neste artigo expomos algumas recomendações do INR.

  • Higienizar-se antes de qualquer contato;
  • Usar máscara caso tenham tido contato com casos suspeitos;
  • Evitar contato, caso tenham sintomas da doença;
  • Organizar-se para assegurar o atendimento por piso, sectores, grupos de utentes;
  • Assegurar a interpretação em Língua Gestual Portuguesa;
  • Manter diariamente atualizadas as medidas.

Doenças Raras

  • Pessoas que apresentem baixa imunidade ou que tomem remédios imunossupressores devem isolar-se;
  • Doentes crónicos não podem descuidar os tratamentos em curso;
  • Caso utilize medicação de uso contínuo, contacte o seu médico de família através de telefone;
  • Pessoas que utilizam ventilação mecânica e traqueostomizadas devem higienizar os equipamentos;
  • Tratamentos no exterior podem ser mais arriscados;
  • Se possível, suspenda idas a clínicas de reabilitação e tratamentos em curso.

Deficiência Física

  • Pessoas com lesões medulares podem ter dificuldade respiratória e por isso enquadram-se no grupo de risco;
  • Limpe objetos que toca com frequência, incluindo o aro de impulsão de cadeira de rodas, o joystick, as órteses e próteses e os meios de locomoção como bengalas, muletas e andarilhos;
  • Se não for urgente, evite ir a hospitais, à fisioterapia ou atividades com equipamentos compartilhados.

Deficiência visual

  • O tato é um sentido muito explorado, por isso, lave as mãos com frequência e  principalmente após tocar em mapas táteis, corrimãos, maçanetas, entre outros, e utilize álcool em gel a 70%;
  • Limpe objetos que toca com frequência, incluindo a bengala longa, com água e sabão e com álcool a 70%;
  • Ao receber ajuda, procure segurar no ombro evitando tocar nas mãos ou cotovelo de quem o estiver a guiar, uma vez que a recomendação é de que ao tossir ou espirrar, as pessoas o façam no meio do braço.

Descrição da forma correta de lavar as mãos em 6 passos:

  • Esfregue as palmas com as mãos retas em sentido vai e vem;
  • Esfregue o dorso e entre os dedos de cada mão;
  • Faça uma concha com cada mão e esfregue uma na outra;
  • Lave as pontas dos dedos e as unhas de cada mão esfregando-os na palma da outra mão;
  • Lave os polegares e os punhos;
  • Abra ou feche a torneira com os cotovelos.

Deficiência auditiva

  • Se utiliza a língua gestual como forma de comunicação evite tocar na cara se as suas mãos não estiverem limpas.
  • As pessoas surdas ou com deficiência auditiva ou da fala, deverão utilizar o Chat SNS 24 (requer registo prévio), por mensagem escrita.

Surdocegueira

  • Pessoas que comunicam usando contato físico devem higienizar as mãos e antebraços.

Deficiência intelectual

  • As pessoas com deficiência intelectual podem ter dificuldade de compreender as recomendações;
  • Podem necessitar de maior supervisão;
  • Precisam redobrar o cuidado com a higiene pessoal;
  • Pessoas com Síndrome de Down podem ter uma incidência maior de disfunções da imunidade, cardiopatias congénitas e doenças respiratórias, portanto, devem ser consideradas grupo de risco.

Afinal o CAVI ainda trabalha

contratar pessoas com deficiência

Em tempo de pandemia, alguns tem sido os relatos da falta de apoio do CAVI (Centro de Apoio à Vida Independente) para os jovens e adultos com deficiência.

Este tipo de apoio não pode ser encerrado numa altura desta, o apoio prestado por estas pessoas é essencial para os jovens e suas famílias, uma vez que as escolas e instituições encerraram temporariamente pela condição de Estado de Emergência em que se encontra o nosso país.

Neste artigo expomos algumas medidas aprovada em concelho de ministros a 12 de março de 2020 que respondem às dúvidas relativas ao funcionamento do CAVI (Centro de Apoio à Vida Independente).

Que procedimentos devem adotar os CAVI atendendo à disseminação do COVID-19?

Tal como divulgado pela Direção-Geral de Saúde, também os CAVI devem ter o seu próprio plano de contingência e procedimentos próprios perante o COVID-19.

Para a sua elaboração sugere-se a consulta do microsite da Direção-Geral da Saúde sobre o COVID-19.

Que procedimentos devem ser tomados relativamente à Assistência Pessoal?

Atendendo à população apoiada, é importante continuar a assegurar e satisfazer as necessidades identificadas pelas pessoas com deficiência, sem interrupção, dentro do possível e com os devidos cuidados, sem prejuízo de orientações específicas em contrário e exclusivas das autoridades de saúde locais e as recomendações da DGS em matéria de prevenção.

A pessoa beneficiária pode interromper a Assistência Pessoal durante este período?

Sim, invocando a situação relativa ao COVID-19.

Quando a suspensão do apoio for efetuada a pedido do beneficiário, como proceder em termos de pagamento da remuneração?

Uma vez que a COVID-19 configura uma situação excecional, sempre que se verifique que obviamente não é possível manter a assistência pessoal, os/as assistentes pessoais não deverão ser prejudicados por esta situação no que respeita à garantia da remuneração.

Um assistente pessoal pode beneficiar das medidas extraordinárias de contenção e mitigação do COVID-19, nomeadamente no que respeita às faltas justificadas para trabalhadores que tenham de ficar em casa a acompanhar filhos menores de 12 anos ou dependente com deficiência, independentemente da idade?

Sim, nos termos estabelecidos para os demais trabalhadores por conta de outrem

As equipas técnicas do CAVI podem desempenhar funções em regime de teletrabalho?

Sim, desde que compatível com as funções exercidas.

Atendendo à situação de emergência em virtude do COVID-19, serão aprovados procedimentos específicos dos fundos no que concerne à consideração de despesas dos CAVI?

Sim, foi aprovada a Deliberação n.º 8/2020 da CIC do Portugal 2020, nos termos da qual, “mantêm-se elegíveis os custos internos associados às operações de formação, de reabilitação e não formativas, financiadas pelo FSE, quando imprescindíveis e inadiáveis à continuidade da atividade ou ainda da sua retoma por parte do beneficiário, desde que apreciado o nexo de causalidade e imprescindibilidade pela Autoridade de Gestão”.

Assim, as despesas realizadas e pagas pelos beneficiários no âmbito da preparação e execução de atividades ou ações que forem canceladas ou adiadas, por razões relacionadas com o COVID-19, se que devidamente comprovadas, quer através dos necessários documentos contabilísticos de suporte quer por evidências fáticas, podem ser declaradas pelos beneficiários e financiadas pelo PO ISE, desde que seja justificada a sua necessidade/inadiabilidade, bem como a sua imprescindibilidade à continuidade ou retoma da sua atividade, quando esta ocorrer.

 

Como podes ser o atendimento nos Balcões da Inclusão? Durante a epidemia COVID-19!

Durante a crise da pandemia Coronavírus, os atendimentos dos serviços da Segurança Social estão limitados na questão presencial.

Onde estão inseridos os Balcões da Inclusão, estes balcões encontram-se disponível nos 18 Serviços de Atendimento da Segurança Social mais 43 balcões pelos Municípios que não têm o Serviço da Segurança Social. (saber mais clica aqui)

Assim em caso de alguma dúvida referente à Segurança Social, devemos recorreu a linha da Linha Segurança Social (300 502 502). Está linha disponível (24h por dia, 7 dias por semana).

O custo da chamada é igual ao valor de uma chamada para rede fixa, em função do teu plano de tarifário.

No horaria das 09h às 18h o atendimento é personalizado e no resto do tempo o atendimento é feito por um sistema automático.

Se recorreres a linha entre 09h às 18h com questões ligadas à deficiência, as chamadas serão reencaminhadas para o atendimento especializado como os Balcões da Inclusão.

 

Se quiseres fazer uma marcação via telefónica, tem aqui as opções relacionadas com os assuntos que pretendes agendar:

Opção 1 – Medidas excecionais COVID.

Opção 2 – Subsídios e Prestações.

Opção 3 – Trabalhadores, Entidades Empregadoras, Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD) e Regime Público de Capitalização.

Opção 4 – Pensões e complementos