O que é a Paralisia Cerebral?

O que é a Paralisia Cerebral

O que é a Paralisia Cerebral?

🧠 A paralisia cerebral é uma lesão neurológica que afeta o sistema nervoso central.
🧫Essa lesão na maioria das vezes ocorre devido à falta de oxigenação no cérebro, causando malformações cerebrais.
👶🏻Pode ocorrer no nascimento, ou no período que se segue.
🧑🏻‍⚕️O diagnóstico é feito por meio do histórico clínica da criança, avaliação da física e de exames como ressonância magnética e eletroencefalograma.
🧠 A Paralisia Cerebral vai afetar os movimentos, a postura, o tônus muscular e as habilidades motoras.
🇵🇹 Em Portugal há mais 20.000 pessoas com Paralisia Cerebral ℹ️ Lembro que a paralisia cerebral não é uma doença, mas sim uma condição de vida.

Tipos Mais Comuns de Paralisia Cerebral são

A paralisia cerebral (PC) não (nos) afeta a todos da mesma maneira… Assim, a PC pode ser caracterizada em três tipos – que são os mais comuns. 

Espástico – Caracteriza-se por rigidez muscular resultante de lesões no córtex. Pode verificar-se um lado do corpo afetado (hemiparesia); os quatro membros afetados (tetraparesia); ou os membros inferiores (diplegia).

Atetose/Distonia – Caracterizada pela falta de coordenação motora, levando a movimentos involuntários, lentos e descoordenados, que podem ser contínuos ou intermitentes e resulta de lesões dos núcleos situados no interior dos hemisférios cerebrais.

Ataxia – Caracterizada pela falta de coordenação motora, resultando em movimentos “desajeitados” e problemas de equilíbrio devido a diminuição da tonicidade muscular, devido a lesão no cerebelo.

Todas as pessoas com deficiência têm de ser ativistas?

Retrato de Pedro Teixeira

A PESSOA COM DECICIÊNCIA E O ATIVISMO

A convite da  Associação de Paralisia Cerebral de Viseu, escrevi um artigo da opinião sobre, “A PESSOA COM DECICIÊNCIA E O ATIVISMO”,  para o Diário de Viseu  que foi publicado a 22 de dezembro 2023, no âmbito do projeto AMMA –  À Minha Maneira.

Todas as pessoas com deficiência têm de ser ativistas?

Sou o Pedro Teixeira, tenho 30 anos e tenho uma Paralisia Cerebral, que nunca me impediu de perseguir os meus objetivos. Ainda que seja natural de Vila Nova de Gaia, fiz todo o meu percurso na cidade de Viseu.

Considero-me um ativista pelos direitos das pessoas com deficiência. No entanto, considero que nem todas as pessoas com deficiência têm a obrigação de ser ativistas, ainda que, considerando a dificuldade de acesso às condições básicas de vida, a pessoa com deficiência é obrigada a uma luta constante por um lugar na sociedade, transformando-a assim num verdadeiro ativista

Em primeiro lugar, creio que isto acontece devido a um fator histórico, uma vez que ao longo dos tempos a deficiência tem sido demonizada e encarada como algo de mau, um verdadeiro infortúnio sem retorno

De facto, a pessoa com deficiência é olhada de maneira assistencialista, um grupo minoritário, sem vida própria, sem capacidade de decisão, sem autodeterminação e sem a possibilidade de escolher o rumo que pretende seguir.

Neste sentido, nós, pessoas com deficiência, somos forçados a lutar constantemente pela equidade de direitos e de oportunidades. Uma luta não só na perspetiva de sensibilização, mas também de reivindicação.

Atualmente, 15% da população mundial tem algum tipo de deficiência ou incapacidade.

Em Portugal, existem cerca de um milhão de pessoas com algum tipo de deficiência ou incapacidade.

O direito à educação e ao trabalho por parte das pessoas com deficiência tem sido cada vez mais impulsionado pelas medidas governamentais que se aproximam das metas fixadas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas.

No ano letivo de 2021/2022, ingressaram 2 779 alunos com necessidades especiais de educação no ensino superior.

Ao mesmo tempo, na perspetiva de mercado de trabalho, uma das medidas que mais contribuíram para o fomento do direto ao mesmo foi a implementação das quotas de emprego para pessoas com deficiência no setor privado através da aprovação da Lei n.º 4/2019. Desta forma, começamos a ter uma porta de entrada para o mercado de trabalho, acreditando que as quotas hão de servir para isso

Não obstante, desejo que esta medida das quotas não sirva apenas para legislar o leque de oportunidades, mas que seja uma efetiva oportunidade na contratação de pessoas com deficiência por parte das empresas. Deve ser de realçar que, quando a contratação seja efetivada, é imperativo que a pessoa com deficiência realize, de facto, as tarefas para as quais é contratada.

Sempre existiram, alturas, ao longo da nossa vida, que tivemos de provar que éramos capazes de fazer isto ou aquilo. Quase como se fossemos inferiores e não tivéssemos o “direito” de ter os mesmos sonhos e ambições das pessoas consideradas normativas. Como a possibilidade e a legitimidade para ter uma carreira profissional, casar, ter casa, filhos. estes clichés que são impostos às pessoas normativas, não são considerados quando se trata de uma pessoa com deficiência. Estas questões não chegam a ser equacionadas.

Considero que ainda há muito trabalho de sensibilização a ser feito.

Só desta forma podemos construir uma sociedade mais igualitária e inclusiva.  É este trabalho que tenho procurado fazer através das minhas redes sociais e Youtube Tecla3 Pedro Teixeira, assim como participando em workshops e/ou seminários para a sensibilização dos direitos das pessoas com deficiência.

Um longo caminho já foi percorrido pelos direitos das pessoas com deficiência, mas, na minha opinião, ainda há uma longa caminhada a percorrer.  

Por fim, gostaria de deixar a mensagem de que não façam nada para as pessoas com deficiência sem nós que temos uma deficiência.

Logotipo Diario Viseu
Logotipo da Associação de Paralisia Cerebral de Viseu

Bootcamp

O bootcamp foi um evento organizado por Núcleo de Inclusão, Comunicação e Media, que juntou pessoas com deficiência do país todo em Guimarães, para discutir assuntos relacionados com a deficiência em Portugal.

Esta atividade decorreu entre os dias 21 a 25 de Julho, fazendo parto do projeto Erasmus+ “Seeds of change: take yours and spread” Eu pessoalmente adorei este evento foi incrível e aprendi imenso assim como tive pessoalmente uma desconstrução incrível relacionada a certos assuntos. Mais uma vez deixa aqui o meu muito obrigado por esta oportunidade organização no nome da Sofia Pires e da Cláudia Pires

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Para que servem aquelas bolinhas antes da passadeira no passeio? O que são pisos táteis?

O que são pisos táteis?
O piso tátil nada mais é que a aplicação de relevos no chão que vai permitir as pessoas cegas ou com baixa visão terem uma orientação espacial da direção a tomar.

Quando se fala m grandes espaços como estações de comboio ou grandes passeios (Como é o exemplo da Praça da República em Viseu), é difícil a uma pessoa cega encontrar o seu caminho. Podendo levar á desorientação, provocando assim ansiedade.

Assim é usado o sistema Odile®, que são um conjunto de linhas de relevo no chão que vai permitir uma ligação perturbadora nos pés e com a ajuda de bengala guia vai produzir um som específico que vai ajudar na orientação e direção das pessoas.
Estas linhas podem ser aplicadas individualmente ou através de placas como é o caso da Praça da República em Viseu.

Também é muito comum encontrar no chão uma espécie de bolinhas principalmente em lugares de paragem, como é o caso nas passadeiras escadas entre outros. Este padrão também faz parte do piso tátil quando uma pessoa cega ou com baixa visão se apercebe deste piso vai saber que está perante uma situação de perigo de paragem.

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Amazon — Prime Day — descontos de 50%

Olá meus teclas…
Como sabem eu gosto muito de fazer compras na Amazon.
E hoje e amanhã estão a decorrer o Prime Day com descontos que podem ir até aos 50% em acessórios, smartphones, portáteis, componentes para computadores, eletrodomésticos, smartwatches… tudo o que possa pensar, tem certamente um desconto disponível.
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Podcast Em Diálogo — acessibilidade digital

Quero convidar-vos a conhecerem o projeto da Mariana Machado o Podcast Em Diálogo.

E hoje, no episódio 15 deste podcast, fui convidado para estar à conversa com a Mariana, criadora do podcast sobre acessibilidade digital.
Neste episódio tivemos tempo para falar sobre o que sempre tive de fazer nos meus computadores para os poder utilizar devido aos problemas que tenho na minha motricidade fina.
Tivemos, também, oportunidade para falar sobre o tecla3, sobre os projetos, os objetivos e desafios.
E ainda falámos de um dos meus influenciadores que me inspiraram para a minissérie da “casa adaptada”, o Tiago Ramos.
Por fim, falámos de algumas parcerias como é o caso da Adapt4you, que está connosco desde o início.
Do software incrível que é o grid3 da Anditec Tecnologias de Reabilitação.
E, no fim, falámos do último episódio desta saga da casa adaptada em que está aí o roomba da iRobot.
Passem por lá. Espero que gostem deste episódio porque eu adorei gravá-lo com a Mariana.
Mais uma vez obrigado por teres criado este projecto e pelo o convite.

Como é que eu giro as minhas redes sociais?

Este é o quinto episódio de “de deficiente para a eficiência”.

Hoje vou contar-vos como é que eu giro as minhas redes sociais, como é que de uma só vez, alimento o Facebook, o Twitter e o LinkedIn.

Queres saber quais são as ferramentas e métodos que uso para fazer isso?

Atualmente estou a utilizar a ferramenta “Social Zoho”.

Um dos mais conhecidos é o Buffer, que foi o primeiro com que eu trabalhei. Depois, acabei por desistir, uma vez que aplicação só está disponível em inglês e isso representa uma barreira para mim. Foi então que encontrei a “Social Zoho”.

Esta plataformas são chamadas de CRM e permitem fazer toda a comunicação num único sítio. Como referi inicialmente, podem planear-se publicações para as redes sociais, no entanto, esta ferramenta também funciona como um centro de E-mail Marketing e possibilita dar resposta às mensagens do Facebook e Instagram.

Esta é apenas uma das apps de gestão de social media usadas por agencias marketing em todo o mundo.

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MB WAY é um serviço bancário portagens

MB WAY

A MB WAY é um serviço bancário Português. A sua principal vantagem é a possibilidade de associação do teu cartão multibanco ao número telemóvel.

Isto permite -te efetuar uma vasta gama de operações bancarias através da aplicação MB WAY, como por exemplo: transferências, divisão automática de contas com os teus amigos ou fazer um pagamento em loja com smartphone.

Mas, podes encontrar tudo isto, no meu vídeo “MB WAY é uma ferramenta acessível?”

Antes de avançamos, tens de saber que este serviço é fiável, uma vez que a empresa por trás da aplicação é a SIBS, a mesma que gere toda a rede multibanco em Portugal.

Agora, quero explicar-te como podes fazer um compra online de forma rápida e segura.

Existem duas maneiras de fazer uma compra online com MB WAY. A primeira é no site da própria loja, onde queres adquirir os teus bens. Aquando, da finalização da transação, terás de colocar o teu número telemóvel. Irás receber uma notificação da app MB WAY, onde apenas precisarás de autorizar o pagamento.

pagamento online com MB WAY
pagamento online com MB WAY

O segundo método é criar um cartão “MB NET”. O “MB NET” é um cartão virtual pré-pago. Estes cartões não são uma função única do “MB WAY”, pelo que poderás, inclusive, criá-los numa caixa multibanco. (Podes ver aqui para como cria passo a passo. https://bit.ly/3sPL5uO)

aplicação MB WAY

Já no “ MB WAY”, podes criar os cartões em segundos, e aqui tu vais ter 3 opções cartão. Para criar um cartão MB NET vais ter de definir um valor máximos para montante do cartão.

A primeira hipótese vai ser para uma compra única, isto significa que, após utilizares o cartão MB NET numa compra, ele deixa de estar valido. Estes são os cartões MB NET que eu utilizo para fazer compras online. Tem validade de 2 meses desde a data de criação e, se não foi utilizado, o dinheiro não sai da conta.

A segunda opção de cartão MB NET é aquela que te deixa fazer várias compras. Este já tem uma validade de 12 meses. Podes utilizar em várias ocasiões, até esgotares o plafond que definiste para ele.

A terceira opção é indicada para fazer pagamento de serviços, como por exemplo Netflix. Estes cartões são bastante bons porque permitem definir um valor que sairá da tua conta mensalmente, sem que tenhas de te preocupar recorrentemente com isso.

A grande vantagem dos cartões MB NET é que, quando estás a fazer transações online não estás a  dar os dados de teu cartão físico, mas de dum cartão virtual que tem um valor máximo que pode ser debitado. E, caso algo corra mal, ainda é muito fácil cancelá-lo em segundos, sem qualquer tipo de complicação. O que não acontece com cartões físicos.

No vídeo abaixo, mostro algumas vantagens em usar MB WAY para uma pessoa com deficiência.

MB WAY é uma ferramenta acessível?

Aprenda 17 dicas para tornar o seu site mais acessível

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Como criador de conteúdo digital, jamais estou preocupado com questões técnicas web. Mas isto não implica que a minha plataforma de divulgação de conteúdos não conte com alguns recursos que eu considero pertinente lá ter.

Como é sabido, conto com uma licenciatura em Artes Plásticas e Multimédia, o que me forneceu algumas bases na área da web, tanto a nível do design como da programação.

Agora, se eu estivesse dentro do desenvolvimento web e me fosse dado escolher um lado, literalmente era o lado do design. Mais conhecido por Design Gráfico e de UI.

Quero partilhar aqui um pouco desta minha criação, plataforma tecla3.com. Por trás temos o famoso WordPress, que me ajudou, em muito, a construir e a ter todos os recursos que eu acho pertinente ter, tendo em conta as questões da acessibilidade.

Mas que é o WordPress?

O WordPress é nada mais que um Sistema de Gerenciamento de Conteúdos, conhecidos na área da web como CMS (Content Sanagement System). Assim, pode moldar-se totalmente ao gosto do proprietário/cliente.

Estando no topo como o sistema mais usado para a criação de web site, conta com uma lista de sites de renome que usam o WordPress, tais como:

The New Yorker

Todo o ecossistema do tradicional site norte-americano de notícias The New Yorker é executada no WordPress.
Todo o ecossistema do tradicional site norte-americano de notícias The New Yorker é executada no WordPress.

Sony Music

O site da Sony Music é um ótimo exemplo de marca empresarial de sucesso que usa o WordPress.
O site da Sony Music é um ótimo exemplo de marca empresarial de sucesso que usa o WordPress.

Casa Branca

O site oficial .gov da Casa Branca (Estados Unidos) também usa o WordPress. Quem poderia imaginar isso?
O site oficial .gov da Casa Branca (Estados Unidos) também usa o WordPress. Quem poderia imaginar isso?

Um ponto importante a realçar é que toda a linguagem da web é Open Source, que é um termo em inglês que significa código aberto. Isto, numa linguagem mais plebeia, quer dizer que qualquer pessoa pode usar.  Estamos a falar de linguagem como HTML, PHP, SQL e por aí fora.

O WordPress também é Open Source, podemos criar e moldar todos os conteúdos ao nosso gosto.

Mas nem todo para WordPress é Open Source, isto porque um desenvolvedor web pode criar recursos e até pode comercializá-los, como é o caso dos templete e dos Plugins.

Plugins, deixa-me explicar-te o que é isto, muito resumidamente são recursos que tu podes adicionar ao WordPress. Vou fazer-te aqui uma comparação: tu tens o teu smartphone, e vamos dizer que o teu smartphone é o WordPress, todas as aplicações que tu instalares são os Plugins.

Agora vamos ao assunto que me levou a escrever este artigo sobre a Acessibilidade Digital.

Quando eu parti para o projeto da plataforma tecla3.com, ficou logo decidido que tinha de ter as opções de acessibilidade digital.

As Acessibilidades nos sites são reguladas por W3C & WCAG. Mas isto da acessibilidade digital tem muito mais do que o botão da acessibilidade.

Ilustração das acessibilidades digitais
Ilustração das acessibilidades digitais

Vou deixar aqui 17 pontos que deves ter em atenção quando estás a construir um web site na questão da acessibilidade.

  1. Adicionar “Alt Text”: adicionar sempre descrição das imagens, ajudando assim os visitantes e o leito de ecrã, ajudando também o Google a “lê-las”.
  2. Usar títulos/cabeçalhoscorretamente e nas proporções adequadas.
  3. Preparar o teu site para poder ser interpretado por um leitores de ecrã.
  4. Disponibilizar sempre a opção “Avance para o conteúdo principal”no topo de cada página.
  5. Permitir a navegação por tudo conteúdos através do teclado.
  6. Criar contrastes suficientesentre o texto e o background.
  7. Usar um template acessível.
  8. True Text – alarga melhor, carrega mais depressa e é mais fácil de traduzir. Usar CSS em vez de Editor para acrescentar estilo visual.
  9. Maiúsculas– cuidado com o seu uso porque vão dificultar a sua leitura e podem ser mal interpretadas  pelo Leitores de Ecrã.
  10. Comprimento da linha– não deve ser demasiado longa porque se torna ilegível.
  11. Os links devem ser reconhecíveisidentificáveis. Links no final dos artigos devem ter um sublinhado ou outro sinal e não apenas uma cor distinta.
  12. Desenhar um link “Ir para o Pagina principal”– para utilizadores que usam o teclado, este link deve permanecer no topo da página. Pode estar oculto, mas tornar-se visível quando receber ou focalizar o teclado.
  13. Usar recusas multimédia muito cuidado como o VÍDEO E ÁUDIO.
  14. Disponibilize um botão Play / Pausa.
  15. Evitar o uso de conteúdo com efeitos intermitentes ou com efeito estroboscópico, porque pode causar ataques (em pessoas epilépticas, por exemplo).
  16. Desenhar controles de formulário acessíveis – garantir que tenha etiquetas e instruções detalhadas e que sejam apresentadas com textos e não só com cor.
  17. Não se concentre apenas na cor numa cor(para pessoas com problemas visuais, por exemplo os daltónicos, não ajuda nada).

É aqui que entram os Plugins que permitem ter o botão da acessibilidade, o sistema de reprodução de texto para áudio, SEO “Otimização para motores de pesquisa”, entre outros recursos que estão disponíveis nativamente no WordPress como é caso da descrição de imagens, como os que estamos a usar na plataforma Tecla3.com.

É impossível construir um site acessível para todos. Por isso, deve-se tentar abranger o máximo de pessoas possível.

Eu neste texto falo do WordPress mas há mais sistemas de CMS, como caso do joomla.

Agora eu falei do wordpress, é o sistema que eu uso e que eu conheço, o que não implica que outras plataformas não tenham os mesmos recursos de acessibilidade digital outros abordado neste texto. Open source ou pagos os recursos estão aí.

Na minha modesta opinião, a falta de acessibilidade digital muitas vezes é devido a que nós fomos um nicho de mercado muito pequenino quase como não contássemos e é isso que temos de mudar e reivindicar.